Curso de Serviço Social promove o 1.º Laboratório de Inovação Social

11 de dezembro

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Terá lugar no dia 11 de dezembro, o 1.º Laboratório de Inovação social dos Açores. Pelas 9:30 decorrerá um workshop na Quinta do Priôlo / Kairós, em São Gonçalo, e pelas 15:30 uma conferência no Anfiteatro VII da Universidade dos Açores, intitulada “Criatividade, Intervenção Comunitária e Arte”.

Os dinamizadores do Laboratório de Inovação Social vêm da cidade de Bergen, na Noruega, e têm um notável currículo no desenho de iniciativas da “base para o topo” (bottom-up) que visam a transformação social a partir do desbloqueamento da criatividade e da alegria como condição essencial da intervenção comunitária. Este evento científico terá a participação de Jan-Kåre Breivik, Doutorado em Antropologia Social, professor de desenvolvimento, inovação e intervenção comunitária na Western Norway University of Applied Sciences, e de Solvei Stoutland, Diretora artística do Teatro Apropos/Bergen Byspill, especialista em arte e mudança social.

O Laboratório de Inovação Social pretende ajudar os participantes a repensar os desafios
societais contemporâneos, procurando intervenções assentes na sustentabilidade do nosso
futuro comum, através da criatividade, da alegria e de comunidade (communitas). A intervenção social comunitária é colaboração, é interconexão entre humanos, formas de vida não humanas, lugares, cultura material e imaterial, fatores que podem afetar as condições de vida e a participação social de forma negativa ou positiva. A interação é comunicação e a comunicação é pedagogia, ensino, aprendizagem. As aprendizagens são o alimento do pensamento e inspiram novas relações, que podem facilitar a mudança social.

Ambas as iniciativas são gratuitas e abertas a toda a toda a comunidade (workshop sujeito a inscrição previa através de e-mail).

A Universidade dos Açores / Curso de Serviço Social, a Kairós e o Museu Carlos Machado
apresentam assim o Laboratório de Inovação Social e lançam o repto a todos os interessados a saírem da sua zona de conforto e a darem um passo em frente num território desconhecido, mas facilitador de futuros alternativos na construção do bem-comum.